<-- home

Notas do FISL 17

Vou registrar aqui alguns pontos altos das talks do Fils que assisti.

Bad Smells em Bancos de Dados

Essa talk é do Fabrizio de Royes Mello, colaborador do postgres. O cara enumerou alguns bad smells, os principais que achei válidos registrar são:

  • Quando não temos rollback de migrations
  • Quando temos uma coluna com mais de um propósito
  • Quando temos uma tabela com mais de um propósito
  • Quando temos colunas demais em uma entidade
  • Quando temos medo de mudar o banco de dados

Shellscript moderno

Essa é do Aurélio, que ficou de fazer uma talk comigo uma hora dessas :). O ponto central da talk dele era como programar em shell para os mais diversos ambientes onde shell se encontra. Desde o terminal até ferramentas de build, deploy, etc.

Modo estrito

Uma dica de ouro é usar esse cabeçalho para ter um “modo estrito” de bash.

set -euo pipefail

Debug do ambiente

Esse pequeno snippet dá várias informações sobre o ambiente é muito útil na fase de reconhecimento de uma plataforma.

date
uname
env | sort
whoami
groups
ls -la
ps -auxw

Use variáveis de ambiente ao invés de fazer parse de flags

Variáveis de ambiente são bem mais simples e podem ser configuradas por conta de usuário “automaticamente”.

VERBOSE=1 ./myscript

ou invés de

./myscript --verbose

Cheque a sintaxe

Utilizando uma ferramenta como shellcheck podemos descobrir bad smells e boas práticas.

Pupet Ansible, Salt

Essa é do Diego Morales. Tenho poucas anotações sobre essa mas in a nutshell ele recomenda utilizar Puppet para quem procura maturidade, o Ansible para quem procura simplicidade e o Salt para quem procura flexibilidade.

Outra coisa maneira, específica do Puppet é que ele tem idempotência, um conceito matemático muito bacana que funciona muito bem com infra.


Vi bem mais do que essas 3 talks mas das minhas anotações é o que consegui tirar de mais relevante. Se foi útil me deixe saber :).